De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

O AMOR DUM AMIGO

 
Um oceano encrespado,
Um amor acabado,
Um ombro de amigo,
Um porto de abrigo.

Uma mente que conta
Uma história … Que tonta!
Um Passado infeliz.
Um amor que desfiz.

Um presente que acalma,
Uma pena na alma.
Uma dor que não sinto.
Um coração faminto.

Um amigo fiel,
Um abraço de mel,
Um luar que morreu,
Um amor que nasceu.

Maria Letra
Abril de 2011

2 comentários:

Ana Martins disse...

Mizita, amiga!
Vejo que está em alta a sua inspiração, parabéns.
É lindo este poema, um hino ao amor!

Mizita, peço que me desculpe por estar a corrigi-la, mas eu não sou Ana Maria, chamo-me Ana Paula Martins, e no blogue apresento-me como Ana Martins.

Beijinho.

Maria Letra disse...

Começo a manhã dando a mão à palmatória. Peço desculpa da troca do nome. Esta não foi a primeira vez que lhe chamei Ana Maria, nem será a última, mas tudo farei para que não volte a acontecer, querida ANA MARTINS. Isto já vem do tempo em que colaboráva no "Sempre Jovens", bem me recordo.
Eu costumo dizer que escrevo mais quando qualquer coisa não vai bem na minha vida, mas este não é o caso agora. Cada vez mais amo escrever e tenho tentado fazê-lo apesar de ter uma vida muito preenchida.
Obrigada pela sua visita. Um grande abraço.