De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

TENHO PEDRA NO SAPATO


Tenho pedra no sapato,
Está a mais. Tem de saír.
Entrou com anonimato,
Para não a descobrir.
Mas eu sei de quem se trata,
E sei porque se escondeu.
É a filha duma ingrata
E dum pai que já morreu.
Sairá por onde entrou.
Assim será, com certeza.
Não janto com quem caçou,
Nem com trafulhas, à mesa.

Maria Letra

Março de 2011
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