De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

NUANCES NO MEU SENTIR


Me mexo e remexo,
me viro
e reviro
do avesso.
Me quero  encontrar,
no escuro
tão duro,
a chorar.
Me bates à porta.
Me vejo,
e revejo
Já morta.
Despertei dum sonho,
cansada
dum nada
medonho.
A noite, sem calma,
vazia
e tão fria,
 gelou minha alma.
Te peço em meus ais
que vás
se és capaz,
Mas não voltes mais.


Maria Letra
Abril de 2011

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