De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 19 de dezembro de 2009

ATÉ QUANDO SEM RESPOSTA


Nas perguntas - e são tantas!
Que me faço dia-a-dia,
Sem respostas encontradas ...,
Há esta que eu gostaria
De saber esclarecida,
Porque não me dá descanso:
Porque sofrem as crianças
Que tanta gente ignora,
Magoadas, maltratadas
Por vis adultos, sem pejo
De ferir as suas mentes
De doces seres inocentes?
Como é que alguém acredita
Em milagres, Santos Deus,
Quando crianças padecem
Dores de bradar aos céus,
Arrastando em seu sofrer
Outras pessoas que sentem
A dor de vê-las assim?
Que desgraça, que desdita
Termos de assistir, meu Deus,
Aos que não se compadecem
Com tanto mal. Que fazer?
Permitir que as violentem,
Deixando este mal sem fim?
Toda a justiça que adia
Veredictos por sair,
Não é justiça, é indecência.
Porque, entretanto, essa via,
Continua a permitir
Uma enorme prepotência.


Maria Letra





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