De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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domingo, 13 de dezembro de 2009

POEMA AO MEU PRIMEIRO FILHO

Nasceste, tal como eu,
Em Coimbra, linda Terra.
Foste o primeiro rapaz,
Um menino, filho meu!
Tens uma alma que encerra,
Uma força bem tenaz.

Vais enfrentar teu destino
Com muita capacidade
E tanta compreensão.
Apesar de pequenino,
E ainda pouca idade,
Tens um grande coração.

Nos teus 2 anos, apenas
Tens um olhar bem profundo,
Num rosto muito expressivo.
Tuas mãozinhas, pequenas,
Querem agarrar o mundo,
Mas ele não é permissivo.

Terás muito que aprender,
P'ra defenderes-te do mal,
Que te espreita em cada canto.
Por isso, ver-te crescer,
É meu alvo principal,
Uma missão que amo tanto.

 
 
 






Maria Letra
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