De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

SEIS FILHOS, SEIS CÔRES

Paulo: Castanho!
Porquê?
Por causa do tamanho,
Do olhar,
Do temperamento,
Forte e seguro
Em qualquer momento.
Alfredo: Azul!
Porquê?
Não sei ... É uma côr que acalma
O turbilhão que traz,
Teimoso,
Em sua alma.
Miguel: Vermelho!
Porquê?
É fogo quente no seu peito branco.
Dá vida à arte, que eu amo tanto!
Pedro: Amarelo!
Porquê?
Porque me recorda
Um canáriozinho,
Sempre irrequieto,
Dentro do seu ninho.
Susana: Branco!
Porquê?
É fresca e suave
Como a água que corre
Vinda da montanha.
Mas que alma tamanha!
André, Turqueza!
Porquê?
Jóia preciosa de rara beleza.
Derradeiro prémio
De tanta riqueza!












Maria Letra
Imagem de: RecadosOnline
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