De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

UM POEMA À MINHA 4.ª NETA


És um diadema,
Uma fresca flor
E um belo poema,
Num livro de amor.
És o mel que cura
Minh'alma ferida.
És a imagem pura,
Do que é bom na vida.

Deixa-me sonhar
Ter-te junto a mim,
Quando tu não estás.
Deixa-me curar
Todo o mal, assim,
Co'amor que me dás.

És água serena
Num lago que dorme.
És gota pequena
Numa fonte enorme.
És a realidade
Dum sonho que vivo,
E dá felicidade.
Amo estar contigo!

 Maria Letra
Londres, 25-01-2001
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