De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

VORREI

Vorrei che tu mi credessi
L'ideale di donna
E che la nostra corsa,
Troppo in fretta,
Non fosse una maratona.
Vorrei volare con te,
Senza una meta,
Senza una fine.
Vorrei che la nostra luna
Fosse sempre una bambina
E che i tuoi occhi
Fossero la luce
Nel buio in cui sono messa,
Per conoscere me stessa.
Vorrei che, nel mio darmi
Non ci fosse una frontiera
E che la mia conquista
Fosse la nostra bandiera.
Vorrei, vorrei tanto, tanto,
Che nel tuo grande cuore
Ci fossi anch'io,
Amore mio.

Maria Letra
Torino, Febbraio 1996

2 comentários:

Ana Martins disse...

Boa noite Mizita,
muito bonito este poema de amor!

Fico feliz que finalmente em breve tenha o meu livro nas suas mãos.

O Lançamento foi adiado e será no próximo Sábado.

Deixo um beijinho com votos de um excelente feriado, por cá a chuva tem sido muita e o frio também.

Beijinhos,
Ana Martins

Maria Letra disse...

Obrigada, Ana! Desejo-lhe o maior sucesso, porque BEM O MERECE!
Eu estive fechada em casa uma semana, por causa da neve. Continua muito frio, mas eu estou bem quentinha, aqui em casa. Sofro pelos que não gozam deste privilégio, grande parte por culpa dos que continuam a roubar, sem pensar nos que nada têm.
Beijinhos.