De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 28 de maio de 2011

BRINCANDO COM AS PALAVRAS


Se o lôbrego cenário em que te fechas,
recrudesce e amodorra a tua vida,
não quero mais ouvir as tuas queixas,
fundadas na tua mente empedernida.

Cada vez que, rangendo ao meu ouvido,
me vens falar da tua fé e crença,
afadigas  meu ser que, consumido,
acredita que em ti, é já doença.

Aurindo uma doutrina em que não creio,
coleias, devagar, no meu caminho,
sem perceberes que eu, não serpenteio …

Se aquilo em que acredito, tu não crês,
prefiro mudar meu rumo, e estar sózinho,
Ao remansar da tua insensatez.

Maria Letra
Maio de 2011
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