De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

TUAS VESTES NEGRAS


Tratada como escrava do prazer
por um ser com prepotência
capaz de subjugar-te
e abusar-te …,
estás tu, serena.

Anulada até não poderes ver
o alcance e a consequência
do abuso de alguém a usar-te
e a maltratar-Te,
estás tu, em pena.

Em nome dum Deus que não conheço …,
estás reduzida a nada.
Em nome dum Deus que não conheço…,
tu és ignorada.
Escondida, por detrás dum negro atroz,
Estás tu …, sem voz!

Maria Letra

Maio de 2011
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