De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 21 de maio de 2011

AI SE O DINHEIRO SENTISSE ...

        






Ai se o dinheiro sentisse, esse coitado  …                
O que pensaria ele, dessa avidez
com que é tão desejado, quanto usado
e mudando de destino, tanta vez!?!

Ai se o dinheiro acabasse, esse traidor …
Como o mundo seria bem diverso!
Haveria, certamente, mais amor.
Seria o fim de tudo o que é perverso.

Quer esteja bem escondido em alçapões, 
de banco em banco correndo como um louco, 
ou em pleno voo, se roubado ...

Será sempre motivo de traições,
Ódios, invejas, enfim, de tudo um pouco …
Mas sempre, eternamente, cobiçado.
  
Maria Letra
Maio de 2011

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