De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 3 de agosto de 2013

A CULPA NÃO É DO DIA (de quem é, então?)

A CULPA NÃO É DO DIA 
(de quem é, então?)


Todo o começo tem fim.
Ainda vai sobrar p’ra mim…

Quando acordo, pela manhã,
pergunto sempre ao meu dia:
será que saio campeã
da victória que se adia,
não sei porquê, nem por quem,
de acordarmos TODOS BEM?

Mudo, calado, indiferente,
deixa-me subentender,
que não é competência sua
acções que ao povo compete.
porque esta de irem só p’ra a rua…
não resolve…, compromete!

Deixo a coisa neste pé:
 Quem te avisa… amigo é!

Maria Letra
2013-08-03
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