De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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terça-feira, 25 de junho de 2013

TRIBUTO À NATUREZA

Amo-te todos os anos!
Quando acordo a saltitar,
ou adormeço a chorar
de dor, ou de desenganos.
 
Amo-te todos os dias,
mesmo que estejas zangada
por te sentires mal tratada
por quem é cego. Sabias?
 
Amo-te todas as horas!
Tu és o Deus em que creio.
Tu és suporte, és esteio.
Tu és da Vida as esporas.
 
Amo-te em cada minuto!
Tu és a mais linda cor
na tela do meu Amor.
Tu és do Mistério um Fruto. 
 
Amo-te em cada momento!
Tu fizeste de mim filha,
mãe..., avó… Que maravilha…
Mesmo na Morte, és alento! 
 
 
Maria Letra
25-06-2013
Fotografia de Rui Videira
Ria de Aveiro

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