De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

ALMA ESCRAVA

Tal como um mar em tumulto,
galgando rochas e areias
em dias de marés cheias,
em noites de tempo instável…,
assim estou, face ao insulto
de ver que há  gente que trava
a paz que urge implantar
neste mundo, a desabar
para um caos insuportável…
Minha alma virou escrava
duma luta, sem dar  tréguas

a tanto suposto “herói”.
Sim, porque esta máscara dói!!
É fruto da corrupção
de quem está a muitas léguas
de pensar com o coração.
Vejo crueldade a esmo,
amigos. É isso mesmo! 
Maria Letra
2013-06-23

2 comentários:

Ives disse...

É Srta, a maldade nos olhos do poder cria tentáculos gigantes, mas o povo unir-se-a! abraços

BIA disse...

Este poema tem tudo à ver com o Brasil, onde está instalada a anos uma quadrilha de corruptos ladrões no poder, como podem ser tão caras de pau? Como podem não se envergonharem do mal que fazem, enquanto crianças passam fome eles vão roubando e desperdiçando à vontade!!!
Abraços Maria :)