De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

BAIXEM AS ARMAS!

Onde quer que tu estejas
a enlouquecer com os assobios
arrepiantes, estridentes,
que silenciam
o teu grito por liberdade,
nesta Terra...,
aí, há guerra!
Onde quer que tu vejas
corpos caídos, já frios,
testemunhos jacentes
que careciam
da paz tão desejada,
quanto distante...,
pára um instante.

 Cada um de nós
que erga a voz,
nunca uma arma,
que a paz alarma.
Criem Amor,
nunca terror.
Esqueçam os ódios
ou episódios,
que geram morte.
Rumem a norte!
Amem-se muito,
com um só intuito
que adorarás:
VIVER EM PAZ!

Neste quadro mostrando
um mundo de maus amantes,
um mundo de vis ganâncias,
um mundo de agressores,
há vítimas inocentes
que morreram na luta
por esses filhos da mãe.
Olha em redor sonhando,
esquecendo todos os “antes”
e as circunstâncias,
e os desamores
de maus senhores,
de doentias mentes.
Há que vencê-los!
Nunca temê-los!

Maria Letra
Janeiro de 2012
 Imagem de: Miguel Letra
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