De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

MEU ADEUS A 2011


Custa-me ver-te partir.
Sinto na garganta um nó.
Alguns, deixas a sorrir,
outros, pobres como Jó.
Teus 12 meses de idade
a História narrar-nos-á.
A uns, tu deixas saudade,
mas a tantos … eu sei lá!
Nem sempre tu foste bravo,
mas esta, é bastante dura:
tanto umas davas no cravo,
como outras, na ferradura!
Àqueles que de tudo encheste,
deste de prémio a Riqueza,
e p’ra quem nada tiveste,
tu deste um mar de Pobreza.
Todos os anos nós temos
um ano velho que vai
e um novo que sabemos
vir a ser tal qual o pai.
E vamos seguindo em frente,
esperando anos e anos,
um Novo Ano diferente,
que não nos faça mais danos.

Maria Letra
29 de Dezembro de 2011

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