De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.


terça-feira, 23 de julho de 2013

DISTÂNCIAS


3 comentários:

A. João Soares disse...

Querida Mizita,

Palavras de dor, de perda irreparável, mas a Natureza é assim e tudo o que existe acaba e temos que aceitar o desenlace.
Mas a veia poética ajuda a desabafar, com elegância e beleza.

Beijos
João

Maria Letra disse...

Muito obrigada pela visita e pelo comentário, amigo João Soares. Um abraço.

Unknown disse...

Mizita, boa tarde!
Este poema é irremediavelmente belo, nada é eterno mas, fica a doçura das lembranças, a beleza do sentimento.

Beijinho,
Ana Martins