De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

COMO UM RUBI...

Quando sentires
que tudo à tua volta
parece ruir…
Quando sentires
que a tua revolta
não te deixa reflectir…,
ou que quem tu amas
não pára de magoar-te…
Silencia a tua voz
e tenta confrontar-te,
sem ajuda, a sós
com os teus dramas,
e verás,
que aquilo que parecia
ser um muro
a desabar sobre ti…,
será capaz
de ser a luz que te vigia
no túnel escuro.
Como um rubi…

Maria Letra

31/08/2012

3 comentários:

Ives disse...

A sua poesia é um grande rubi aos meus sentidos, agradeço!

Maria Letra disse...

Muitíssimo obrigada, Ives. Um abraço.

Unknown disse...

Mizita, boa tarde!
Além de bonito, este poema é também uma mensagem de esperança.
Para ler e reflectir!

Beijinho,
Ana Martins