De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

O "VELHO" E O "JOVEM"



Neste simples grupo de rosas, o “velho” e o “novo” coexistem até que a cada qual, tenha chegado o seu fim. É pena que, nos seres humanos, essa convivência nem sempre seja a ideal, exactamente porque o “jovem” não pensa que um dia será “velho” também …

Neste mundo em turbilhão,
Os “jovens” maltratam “velhos”
Sem pensar que, se viverem,
Um dia, “velhos” serão.

8 comentários:

chica disse...

Reflexão linda e certa em teus versos! Respeito é preciso de ambas as partes.beijos,chica

Lázara papandrea disse...

que grande reflexão poética! Os jovens esquecem de aprender! beijos

Maria Letra disse...

Chica, tenho andado numa roda viva. Obrigada pelo comentário e desculpa-me o atrazo. Eu nem tenho visitado ninguém.
Beijinhos.

Maria Letra disse...

Obrigada, Papandrea. Como pode ver no meu comentário anterior, eu tenho andado muito a leste de tudo e nem tenho visitado os amigos.
Beijinhos.

Anónimo disse...

Maria Linda reflexão e tambem um verso bem lucidativo, há uma semana que tenho ido com as minhas flores do Lar da terceira idade para a Praia e a partir de amanha mais uma semana. adoro falar com eles, e acompalha-los para onde for preciso.
Beijos
Santa Cruz

Maria Letra disse...

Obrigada pela sua visita, Santa Cruz. Fico feliz por saber que faz parte do seu dia-a-dia, dedicar algum tempo a esses queridos que um dia foram jovens. A vida tem este lado triste ..., que me dói muito ....
Um grande abraço por esse seu lado tão bom.

Francisco Domingues disse...

Também me estou chegando a velho! Às vezes, sinto alegria: ainda estou vivo! Outras, uma triteza do tamanho do Universo: é que nunca mais serei, quando me for! Fui uma luz que fulgiu e se apagou. Só gostaria de deixar um rasto dessa luz - luz gostosa! - para os que vierem ocupar o meu lugar...
Saudações cordiais!

A. João Soares disse...

Amiga Mizita,

Filho és, pai serás, Como fizeres assim acharás.
Hoje, por força de insídias pouco notadas mas persistentes, deixou de se respeitar o outro, seja quem for, da família ou estranho, da mesma idade ou mais idoso. Sinal dos tempo? É preciso que se restaurem valores e princípios éticos e civicos.

Beijos
João