De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

QUANDO, PARA UMA CRIANÇA, UM POUCO DE TANTO, BASTA!

(Poema publicado hoje no blogue: http://viajantesolidarios.blogspot.com)


Quando no olhar inocente e puro duma criança,

não há sinais da vida, da luz duma esperança,

essa criança, sofrida, não pergunta nada.

Queria, apenas, sentir-se mais amada.

Amada por nós, pelo chão que pisa,

ou pela frescura duma doce brisa.

Bastar-lhe-ia algo do tanto

- não importa quanto -

que outras terão,

mas ela… NÂO!



Maria Letra

2013-07-17
Fotografia de 
Paolo Souza
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