De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

O "VELHO" E O "JOVEM"



Neste simples grupo de rosas, o “velho” e o “novo” coexistem até que a cada qual, tenha chegado o seu fim. É pena que, nos seres humanos, essa convivência nem sempre seja a ideal, exactamente porque o “jovem” não pensa que um dia será “velho” também …

Neste mundo em turbilhão,
Os “jovens” maltratam “velhos”
Sem pensar que, se viverem,
Um dia, “velhos” serão.

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