De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

QUANDO, UM DIA , FÔR VELHINHA ...

Quando, um dia, fôr velhinha,
Eu quero ser muito doce,
Muito afável e meiguinha,
Amada, como se fosse,
A criança que enternece,
Que nos inspira sorrisos
E que a memória não esquece.
E podem crer, meus amigos,
Eu quero ler os meus contos
A todos os meus bisnetos,
Que vão ficar todos tontos,
Enquanto, muito quietos,
Ouvem todas as histórias
De fadas, reis e batalhas,
Derrotas, lutas, vitórias
E castelos com muralhas.
Vou acumulando contos
Para, em livros, publicar
E, quando estiverem prontos,
Já poderei descansar,
Ou, quem sabe, até morrer,
Porque deixo cá ficar,
Muita coisinha p’ra ler.
Maria Letra
01-11-2010
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