De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 22 de janeiro de 2011

AMO VIVER

Semente posta,
Naquela encosta,
Deu fruto fértil
Em árvore
De tronco débil.
O vento forte
Bateu à sorte.
Caíu-lhe a flor.
Eu, não caí.
Assim, cresci.
Hoje nem um tufão
Apagaria este vulcão
Que existe em mim.
Amo viver.
Eu sou assim...


 Maria Letra
Porto, Março de 1989
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