De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O OLHAR DUMA CRIANÇA

                                    
Não serão maus governantes,
actos de vis vigaristas,
ou receitas de calmantes,
que irão matar o meu jeito,
que aconselho. Façam teste!

Lutadora, mas serena,
faço frente a toda a seita
- onde for rei um canalha -
duma forma que me amansa.
Busco uma fonte perfeita
esquecendo toda a gentalha
no olhar duma criança!

Maria Letra
27-10-2010
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