De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O VOO DA GAIVOTA

 
O mar é sonho profundo,
como a esperança que há em mim.
Quero ser ave no mundo,
vivendo um voo sem fim.
Maria Letra
Magnífica fotografia de Rui Videira. 
Torre dos Clérigos - Porto - Portugal

1 comentário:

Adelaide disse...

Que foto maravilhosa. Fez-me lembrar um poema que fiz, ou prosa, já nem lembro sobre as gaivotas. Foi bom ver
porque vou procurar e relembrar.

Beijinho
Milai