De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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domingo, 3 de maio de 2015

UM ABRAÇO, MÃE!

UM ABRAÇO, MÃE!

Onde quer que estejas, Mãe,
este poema é p’ra ti,
como estando tu, aqui...
..., não nesse remoto Além.
Estou carregada de dor,
mas, também, de tanto Amor.
Sabes da minha Saudade,
e do quanto gostaria
ter-te connosco, este dia,
da tua Maternidade.
Mas não venceu a melhor
e foi a Morte, agressora,
que uma vez mais, vencedora,
levou Vida, deixou dor.
Porém..., não nos separou.
Eu sinto a tua presença
leve..., serena e muda.
Não me fala, me saúda
acenando. Que sentença,
maldita, te deu a Morte
quando, de nós, te levou.
Não sei como se passou.  
Não sei se rumaste a Norte,
onde creio o Além morar.
Só sei que ‘stou à deriva,
e sem outra alternativa
ao que uma Mãe pode dar.

Onde quer que possas estar...
Não deixarei de te amar!!!

Maria Letra
2015-05-03

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