De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

LIBERDADE CONQUISTADA





No tempo e nos espaços
que tive, ao meu dispor,
eu fiz e desfiz mil laços
criados com muito AMOR.

No desespero, fui esperança;
no pecado, compaixão;
no conflito, temperança;
na ofensa, fui perdão.

Nos desvios da minha estrada
prometi-me ser mudança.
Não queria ser culpada
de falhas de insegurança.

Nem sempre, enfim, consegui
preencher os meus vazios,
mas uma coisa aprendi:
a corrigir meus desvios.

Os anos foram passando.
Não sou mais serva abusada.
Sou alguém que vive amando
ser livre, livre e mais nada.

Maria Letra
2016-06-11

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