De velhas raizes minhas,

umas vivas, outras mortas,

retirei ervas daninhas

p’ra poder abrir mais portas.

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sábado, 28 de setembro de 2013

VER..., PARA CRER!

             
Jovem e destemida,
eu era crente,
era Vida,
era temente,
era Amor.

Era Confiança
em rosto risonho.
Tinha Esperança
num mundo de sonho,
sem dor.

Traída nessa visão
dum futuro irrealista,
onde a paixão
nos cega a vista…,
caí em mim.

Em tudo o que me chocou,
pus uma cruz. Sem Cristo.
E hoje, eu sou
o produto de tudo isto
a que pus um fim.

Conheço de Cristo a glória
que o distinguiu.
Ele está na história.
Sei que existiu.
Contudo, perdi a Fé.

Milagres? Oh meus amigos!
Mas que mentira!
Quantos castigos…,
enquanto este mundo gira…
Será porque sou Tomé?

Maria Letra
2013-09-28
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